Claudia Mota retorna ao palco do Municipal como estrela de Joias do Ballet

A bailarina Claudia Mota | Retrato: Vagner Brum
A carioca Claudia Mota, única primeira-bailarina do Theatro Municipal em atividade hoje, estreia neste fim de semana no palco da sua segunda casa – diga-se de passagem, são mais de 21 anos dançando ali -, o espetáculo Joias do Ballet, após ficar mais de um ano e meio sem dançar em um espetáculo no local.  Dirigido por Ana Botafogo e Cecilia Kerche, o Balé do Teatro Municipal apresentará três peças coreográficas criadas entre os séculos XIX e XX. Duas delas são de Michel Fokine: “Le spectre de la rose”, com música de Carl Maria von Weber (na estreia do espetáculo em em Mônaco em 1911, o então jovem Nijinsky pôde mostrar seu talento e virtuosismo técnico), e “Les sylphides”, com música de Frédéric Chopin (a criação é um balé curto de oito movimentos que estreou em 1909, em Paris). A terceira, “Raymonda”, da qual será apresentada o último ato, traz coreografia de Marius Petipa e música de Alexander Glazunov, ambientada na Idade Média, uma criação que foi exibida pela primeira vez em 1898, em São Petersburgo. O espetáculo conta com a Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal, sob a regência de Jésus Figueiredo, e com alunos da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa.

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